Martinho da Vila | Allgarve 09
Flamenco
A partir do século XV, e depois da reconquista cristã da Andaluzia pelo Reino de Castela, o que hoje é denominado de Flamenco, sofreu fortes influencias, desta vez, pelos romances de Castela, entre as quais as “coplas” e as “seguidillas”, que ainda hoje se podem identificar nas diferentes formas do Flamenco moderno.
Na mesma época, a chegada dos ciganos europeus, provavelmente oriundos do Egipto, também ajudou à gestação do que é hoje conhecido como uma forma de arte por excelência. Depois de se estabelecerem no Sul da Península Ibérica, este povo deparou-se com o folclore Andaluz, que, aparentemente, assimilou e transformou de acordo com as suas raízes culturais, mudando a face desse mesmo estilo.
Foi a partir do século XIX que o Flamenco começou a dar os primeiros passos como um estilo distinto que passou do campo para a cidade, onde cresceu à noite em pátios, bares e “ventorros”, iluminado por uma lâmpada de óleo. Depressa, os espectáculos passaram a ser apresentados, regularmente, nos cafés, sendo o café “Los Lombardos”, em Sevilha, apontado como um dos pioneiros.
“El Planeta” foi um dos primeiros cantores de Flamenco profissionais de que há memória e não podemos, também, deixar de referir outro nome que ficou intimamente ligado a divulgação do Flamenco. Silverio Franconetti que depois de dedicar toda a sua vida a esta arte como intérprete, acabou por ser um dos grandes promotores do Flamenco do século XIX, inaugurando o primeiro café cantante Flamenco.
Mas o que é o Flamenco?
A origem etimológica da palavra Flamenco não é de todo consensual, havendo diferentes teorias. Por exemplo, a quem aponte para o facto de ter a ver com os próprios animais com o mesmo nome, devido à sua elegância. Também há quem defenda que, devido ao facto de ser o estilo musical dos fellah-mengu (campesinos mouros sem terra), se denominou de Flamenco.
Ou por estar intimamente ligado a cultura cigana e aos ciganos, também chamados de “flamencos”, em Espanha.
O Flamenco originalmente era apenas cantado (cante), sem acompanhamento, sendo o tradicional acompanhado por uma guitarra (toque), palmas, sapateado e dança (baile).
Actualmente, foram introduzidos instrumentos tais como o “cajon” (caixa de repercussão), com o intuito de dar mais vida ao Flamenco.
Este estilo musical pode dividir-se em três categorias. A primeira denominada de “Jondo” que é a forma mais tradicional. O Clássico, acompanhada de novas técnicas para a guitarra e dança, que consiste numa forma mais moderna. E o Flamenco Contemporâneo que além de misturar o “Jondo” e o Clássico, também engloba o Jazz e Fusion.
O Flamenco passou de uma forma de arte um pouco marginalizada por parte da sociedade, devido as suas raízes, a um ícone da cultura espanhola.
Actualmente, podemos mencionar como mais populares e importantes autores do estilo Flamenco, Paco de Lúcia e Tomatito (guitarra), Camaron de la Isla, Nina Pastori, José Mercê, Rocio Marquez e Cármen Linares (cante), Ojos de Brujo (flamenco contemporâneo).
Entrevista com Alfredo Mesa (guitarra)
NRG: Fala-nos um pouco da historia do Flamenco na tua vida?
AM: Tudo começou com 7 anos numa “rondalla” (grupo musical), onde aprendi o folclore próprio da minha terra, tal como as “alboreas”, “cachuchas”, “la mosca” e o “fandango de Albaicin”. Pouco depois, juntei-me as “juventudes musicales”, onde aprendi a tocar guitarra a um nível elementar (4 anos), e nível médio (6 anos). No entanto, estes estudos foram realizados com uma guitarra clássica porque na altura ainda não existia a especialidade de guitarra flamenca no conservatório. Nesta altura conjugava concertos de flamenco com o gosto pela linguagem instrumental da guitarra.
Entretanto, em Córdoba, chegou finalmente a oportunidade de tirar uma licenciatura de guitarra flamenca, oportunidade essa que agarrei sem hesitar visto ser o que ambicionava há já bastante tempo.
Ou seja, se juntar todos estes anos de aprendizagem, levo já 14 anos só a estudar guitarra.
NRG: E o que significa para ti tocar e porque começaste?
AM: Para mim, Flamenco é uma forma de vida, é uma droga que me alimentará até ao dia da minha morte. É a música que me acompanha desde pequeno e que me seduz pelo seu ritmo, pela sua tonalidade e pelo seu selvagismo.
Quando comecei, era apenas um hobbie mas pouco a pouco tornou-se em algo mais. Desde pequeno, com cerca de 4 anos, costumava pedir pelas portas com um vizinho meu, eu com uma guitarra de plástico e o meu amigo com um acordeão. E pelo natal, sempre pedia uma guitarra como presente.
NRG: O que sentes quando tocas?
AM: Quando toco sinto um alivio tremendo, é como quando alguém tem algo para dizer e só descansa quando deita tudo cá para fora. Transporta-me a um lugar onde estou muito “agusto”. E, nesse lugar, tenho tudo o que necessito.
NRG: Quais as tuas influencias?
AM: As minha influencias são Paco de Lúcia, Manolo Sanlucar, Riqueni e, sobretudo, Camaron de la Isla.
NRG: Que projectos tens em mente?
AM: Como referi antes, acabo de me licenciar em guitarra flamenca, algo que desejava há muito tempo. De resto, tenho uma agenda repleta de concertos, não só em Espanha como também fora, nomeadamente em Portugal, e acima de tudo estar de bem com os meus, comigo mesmo e com os meus amigos. Tudo o resto é secundário.
Noite de Flamenco nos “Jardines de Zoraya”, em Granada
Baile: José Cortes “El Indio” e Judith Cabrera
Cante: Raul Sakay
Guitarra: Alfredo Mesa
Linkin Park e Offspring actuam na 1.ª edição
Durante quatro dias de pura emoção os visitantes poderão ouvir as suas bandas favoritas e desfrutar do melhor que um autódromo pode oferecer.
A inaugurar a primeira noite de música vão estar os portugueses Fonzie, seguidos da banda mais esperada da noite, os Linkin Park, Por último, os também portugueses Klepth e o britânico James Morrison.
Na segunda noite do evento, dia 6, sobem ao palco Mia Rose, Dub Inc, Os Pontos Negros e os britânicos Bloc Party.
No dia 7, será a vez da jovem portuguesa Ana Free, Björn Again, James e também The Waterboys.
Na última noite, dia 8, os concertos começam com a actuação das bandas nacionais The Doups e Tara Perdida, seguidos dos britânicos My Bloody Valentine e dos cabeças-de-cartaz, os americanos The Offspring.
No final de cada noite, estará ainda no Palco One (palco principal), um DJ de renome internacional, para garantir animação até ao nascer do sol.
O Autódromo Internacional do Algarve é o local ideal para acolher este novo conceito de viver a música e o desporto motorizado.
O passe para os quatro dias do festival custa 80 euros, enquanto que o bilhete diário custa 50 euros.
Al Di Meola World Sinfonia
Festival Al-Buhera abriu com Cesária Évora
É a senhora das mornas, a diva dos pés descalços ou, simplesmente, a maior representante da música de Cabo Verde, e umas das maiores da world music. Regressou a Portugal para protagonizar o momento alto do festival Al-Buhera. Na bagagem veio o novo/velho "Rádio Mindelo", um trabalho que recupera algumas das primeiras canções de Cesária, na companhia do músico e compositor Gregório Gonçalves (quase metade das músicas aqui reunidas são da sua autoria). Os registos, feitos nos anos 60, recordam sessões organizadas pela Rádio Barlavento do Mindelo. A maior parte dos temas nunca tinha sido editada.Cesária Évora nasceu em 1941 no Mindelo, Cabo Verde. Rapidamente se tornou notada pela sua voz, mas a carreira como cantora profissional ainda tardaria. Uma associação de mulheres cabo-verdianas e o cantor Bana trouxeram-na diversas vezes a Lisboa para gravar, mas nenhuma destas gravações despertou a atenção dos produtores portugueses. Em 1988, um jovem francês de origem cabo-verdiana convidou-a a ir a Paris fazer um disco. Cesária tinha 47 anos. Não conhecia Paris e disse sim. Nesse mesmo ano, lançava o primeiro álbum "La Diva aux Pieds Nus". Nascia uma diva: Cize, como é carinhosamente conhecida em Cabo Verde.
Sob o lema “Encontro de Culturas”, o festival vai levar até Albufeira, entre hoje e domingo, um conjunto de iniciativas que, além da música, se traduzem em animações de rua, artesanato, mostras de gastronomia e visitas nocturnas a algumas igrejas da cidade. No que à música diz respeito, Cesária Évora foi a grande protagonista da primeira noite, com lotação esgotada do recinto, seguindo-se a actuação dos portugueses Kumpanhia Algazarra, na quinta-feira, dos brasileiros Natiruts, na sexta-feira, dos britânicos Aswad, no sábado, cabendo ao projecto “Amália Hoje” a responsabilidade de encerrar o festival no domingo.
O programa “Albufeira Anima”, onde se inclui o Festival Al-Buhera, teve início a 6 de Junho com um concerto de ópera, e termina a 27 de Setembro com as comemorações do Dia Mundial do Turismo. Com um investimento de 400 mil euros, o programa pretende animar os meses de Verão na cidade e levar até Albufeira um maior número de turistas.
FRANCESCO CAFISIO Allgarve Jazz 09
Glenn Miller Orquestra no Allgarve Jazz
Nas últimas décadas, a orquestra actuou em grandes festivais e auditórios como: Festival de Jazz de Edimburgo, Festival de Jazz de Glasgow, Godiva Music Festival, Royal Festival Hall, Barbican Hall londrinense, Palacio de Versalles, Castelo de Windsor, etc.
Mas foi no passado 16 de Julho, com casa cheia, que o Allgarve Jazz brindou o auditório com clássicos intemporais como Moonligth serenade, In the mood e Chattanooga Choo Choo, entre outros. Numa noite memorável, o espectáculo foi marcado pela excelência dos cerca de 20 músicos, incluindo cantores e instrumentistas, e por uma constante interacção, requintada com graça, com a audiência. Arranjos elaborados em orquestrações doces e executadas meticulosamente comprovaram o virtuosismo da banda.
Os músicos ligam-se ao jazz do grande trombonista e compositor Glenn Miller, um prodígio do período do swing e líder de uma das mais históricas big bands norte-americanas. Após o seu enigmático desaparecimento, em 1944, o seu legado musical foi conservado por duas orquestras que lhe dedicam tributo oficialmente, sendo a Glenn Miller Orchestra a mais distinta. Embora alguns críticos afirmam que o contributo do jazz para a música da sua orquestra foi ténue, é indiscutível que sua sonoridade representa o paradigma da música popular do seu tempo.
Fundado no Reino Unido em 1989, a génese deste actual agrupamento deve-se a que, durante a II Guerra Mundial, Glenn Miller serviu o exército norte-americano baseado em Inglaterra, estabelecendo-se assim fortes vínculos com “a sua universal e sedutora música”. Desde então, a orquestra tem preservado a mesma formação sobre o palco que criou o grande músico norte-americano e seu repertório, que inclui mais de 200 temas muitos deles procedentes das partituras originais, entre as quais não podia faltar American Patrol e Tuxedo Junction. I’ve a Gal in Kalamazoo".
O actual maestro e director musical, Ray Mcvay, conta com uma longa trajectória profissional de cinco décadas, e é reconhecido como um dos grandes directores do panorama musical no Reino Unido. Tem sido também uma personagem popular na televisão britânica. Durante doze anos participou no programa Come Dancing, onde obteve uma dúzia de prémios pela sua dedicação ao mundo da dança, e conduziu o seu próprio programa de rádio, Monday, Monday, durante quatro anos.
A presença da Glenn Miller Orchestra que mantém viva a recordação do fabuloso músico norte-americano.
Finalizada, naquele serão, a travessia musical pelos tempos áureos das big bands, o maior festival de Jazz da região algarvia continua com outras propostas musicais como: o Quarteto de Francesco Cafis; Al Di Meola World Sinfonia; Chick Corea & Gary Burton Duets, e o trio composto por Mário Laginha, Bernardo Moreira e o baterista Alexandre Frazão.
Grandes músicos em grandes espectáculos.
Texto: Grethel Ceballos
Fotos: Carlos Sousa / Manuel Oliveira
Esperanza Spalding no Allgarve Jazz
Sua história não é, entretanto, pouco bizarra. Tomemos simples eventos: aos quatro anos de idade Esperanza começou a tocar o violino e aos cinco integrava a Sociedade de Música de Câmara de Oregon e aos dez era compositora do grupo, desfilando canções que versavam a respeito de brinquedos e pick-ups vermelhas, seu universo visto dali, sem os arrebatamentos do amor que só conheceria mais tarde.
A pequena Esperanza detestava estudar. Pior do que isso, na adolescência ganhara bolsa de estudos numa escola local bastante privilegiada: aquilo foi horrível! eu odiei, por isso nunca ia, ela conta. Sentava-se na cadeira para assistir a professora e a mente começava a vaguear sabe-se lá por onde. Foi num desses momentos vue d'esprit que entediou-se com um violino e saiu pela sala indo encontrar um baixo acústico que abraçou e imediatamente, a moldes Sidarta, começou uma série de improvisações. Só não cabulava as classes de música; a mãe teve de lhe ensinar coisas da escrita e da leitura em casa ou Esperanza não conseguiria acompanhar o ensino formal junto com os meninos e meninas da sua idade.
Não se sabe se é possível dizer que essa perseverante mãe teve sucesso, para Esperanza Spalding, aos quinze anos, o ensino formal já não fazia mais sentido; ela fora promovida concertista mestre daquela mesma sociedade de música da câmara e estreou num clube de blues como crooner numa banda formada por músicos dos anos 50. Ao final da apresentação, um dos veteranos chamou-a lá fora e perguntou se ela não queria seguir com eles para ver se “assim aprendia realmente tocar alguma coisa”. A senhora Spalding teve de se conformar quando a filha, no ano seguinte, resolveu largar a escola e quem ficou desesperado mesmo foi seu professor de baixo que insistia pra que Esperanza enviasse seu histórico para Berklee, o que fez quase a contra gosto.
Ela foi aprovada. Ela conseguiu uma bolsa de estudos integral. Ela não tinha dinheiro para manter-se em Boston.
Sugeriram –lhe que fizesse um concerto beneficente mas eu não tinha um ego suficiente isso... fiquei tipo não, não, não . Tudo bem, a essa altura, nossa personagem já mereceria uma título beatífico então, pelo mínimo, seus amigos e fãs angariaram secretamente mil dólares, uma boa quantia que já pagava uns aluguéis em Boston. Mas para os virtuosos nada é fácil e, na nova cidade, Esperanza Spalding agora tinha de andar duas milhas com o baixo às costas para chegar na estação de trem e, de lá na universidade; sorte que estava muito excitada com os acontecimentos, ou desistiria. Veio o inverno ela se viu afundada na neve com o instrumento, foi quando a excitação passou.
Voltaria para Portland? Estava em vias disso, ainda mais porque nunca mesmo gostara de colégio, principalmente daquele em que os alunos viviam competindo entre si: e então você descobre esses lugares dentro de si em que voce é vulnerável onde nunca havia sido antes, diz sobre aquele primeiro semestre. Todavia, ficava por teimosia incompreensível o que lhe rendeu frutos, como já podíamos esperar. A academia lhe trouxe conhecimentos e, como Esperanza era considerada a aluna mais talentosa de sua turma, ganhando consecutivas premiações institucionais e, três anos depois tornou-se a professora mais jovem na história da Universidade de Berkley; o prodígio confirmara-se.
Junjo, de 2006 é seu álbum de estréia, basicamente instrumental em que ousa em algumas composições. Esperanza também canta, canta ao baixo e com ele dança em expressões nada menos que sensuais. Seu último disco, e aponta para o impactante disco de 2008 “Esperanza” em que passeia por fusões do jazz contemporâneo que flerta com a MPB e a música latina – seus idiomas: inglês, castellano e português.
FESTIVAL MED 2009 DE CASA CHEIA
A sexta edição do Festival MED, uma organização da Câmara Municipal de Loulé, teve a maior adesão de sempre, com 24 mil pessoas a visitarem o recinto nos cinco dias em que decorreu o evento.
Com uma média diária de quase cinco mil pessoas, foi atingido o objectivo de apresentar propostas diversificadas e de qualidade, para todas as idades, sendo o balanço final considerado muito positivo pela organização do Festival MED.
De acordo com Seruca Emídio, presidente da Câmara Municipal de Loulé, “o Festival MED já é incontestavelmente uma marca da região, tendo garantido uma posição de referência na oferta cultural nacional e internacional, enquanto festival de world music. Consideramos, por isso, que cumprimos o objectivo a que nos propusemos, não só junto dos louletanos, como de todos os que nos visitaram nestes cinco dias intensos de festival”.
Com uma produção que envolveu mais de 1200 elementos acreditados, entre equipas técnicas, artistas, produção, logística, comunicação social, entre outros, esta foi a edição mais exigente e ambiciosa de sempre. No entanto, a opinião é consensual: o MED 2009 foi um sucesso.
Michael Jackson: 1958-2009 - O fim de uma era [obituário]
Os primeiros anos de vida artística de Michael, nascido em Gary, no Estado do Indiana, em 1958, não foram fáceis. O pai e líder do clã Jackson, Joseph, era extremamente severo e normalmente acompanhava os ensaios dos filhos com um cinto na mão. Joseph sabia que a sua ascensão da condição operária em que se encontrava dependia do talento dos filhos e por isso, desde a formação oficial do grupo em 1964, o trabalho duro era a única realidade conhecida por Michael e pelos irmãos. Em 1966, os Jackson Brothers passaram a responder pelo nome de Jackson 5 e o papel de Michael tornou-se mais relevante quando conquistaram um prémio numa mostra de talentos e puderam alargar o seu raio de acção até à cidade de Chicago. As constantes digressões pelo "chitlin circuit" (as salas da costa este e do sul que aceitavam artistas negros na época em que a segregação ainda se fazia sentir) renderam os seus dividendos quando em 1968 os Jackson 5 assinaram um contrato com a poderosa Motown de Berry Gordy. O sucesso chegou imediatamente. Berry Gordy terá percebido desde logo que a sua nova contratação era especial.
Flauta de 35 mil anos é o mais antigo instrumento musical do mundo
As flautas de osso (a mais completa e bem preservada) e de marfim foram encontradas e analisadas pela equipe de Nicholas J. Conard, arqueólogo da Universidade de Tübingen (Alemanha) que é um dos maiores especialistas nessa aparente Semana de Arte Moderna que aconteceu há cerca de 35 mil anos, na Europa da Idade do Gelo.
Depois de remontada, a flauta de osso de abutre revelou ter quase 22 cm de comprimento (embora ela não esteja inteira, até onde os pesquisadores podem estimar; pode ser que ela fosse ainda mais comprida). Com cinco buracos para os dedos, os arqueólogos estimam que ele pudesse produzir uma variedade de notas tão grande quanto a da maioria das flautas modernas.
Antes da descoberta, alguns pesquisadores tinham proposto que os neandertais, nossos parentes extintos mais próximos, também tinham tradições musicais. No entanto, os instrumentos alemães apresentam a primeira prova inequívoca da existência de música entre seres humanos modernos ou seus parentes. Na mesma época, artes como a pintura e a escultura também estavam emergindo na Europa.
NÃO DEIXEM DE VER ESTA MARAVILHA !!
Fresco de 8,6 gigapixels

A possibilidade de ampliar a imagem até ao mínimo pormenor, leva ovisitante a conhecer a obra de arte com um detalhe que, de outra forma,seria impossível.
O Requiem de Mozart que acompanha a visualização da imagem torna aexperiência ainda mais atraente.
Matosinhos em Jazz despediu-se em grande
rui.bonito@unitedphotopressworld.org
Conexões reúne diversas linguagens da arte contemporânea
Obras de 16 artistas plásticos formam panorama atual das artes visuais brasileiras.
A exposição Conexões reúne obras de 16 artistas que fazem parte do circuito brasileiro de artes, de 15 a 30 de maio, no Centro Cultural Raul de Leoni, em Petrópolis. Um dos objetivos da mostra é estimular, entre os visitantes, a reflexão sobre a diversidade da produção artística contemporânea brasileira. A Conexões acontece no âmbito da XIII Mostra Minimalista, que aborda outras manifestações artísticas como o teatro e a dança.
A exposição tem curadoria de Gláucia Mayer, também artista plástica, que selecionou os trabalhos no intuito de apresentar ao público um recorte variado de artistas que utilizam diferentes tipos de suporte, como pintura, escultura, objetos e vídeo.
Além de a curadoria ter sido formulada sob a ótica de um artista, ela buscou facilitar a comunicação com o público de várias formas. “Pedi aos artistas para que escrevessem sobre os seus trabalhos, mas com uma linguagem menos formal, mais livre.”, explica Gláucia Mayer, que também disponibilizará um email para esclarecer dúvidas e fornecer informações ao público interessado.
Os artistas - Entre os artistas convidados figuram nomes, como o de Gustavo Speridião, destaque da nova geração de artistas; Pedro Varela - que recentemente teve exposição solo na galeira A Gentil Carioca - e Carolina Ponte, que atualmente vivem e trabalham no México; e João Penoni, radicado em Londres.
Além deles, participam outros artistas cariocas — além dos petropolitanos Juliana Nicolay, Nelson Ricardo e Rosa Paranhos — que vem produzindo interessantes trabalhos em linguagens contemporâneas. Neste sentido, a Conexões será uma excelente oportunidade para o público conhecer e refletir sobre a arte que feita no Brasil hoje.
Artistas participantes: Ana Luisa Flores, Andrei Müller e Gustavo Speridião, Carolina Ponte, Cris Oliveira, Flávia Metzler, Gabriela Mureb, João Penoni, Juliana Nicolay, Leonardo Ayres, Marcelo Mello, Nelson Ricardo, Pedro Varela, Pontogor, Rodrigo Torres, Rosa Paranhos, Tatiana Dager
De 15 a 30 de maio.de 2009, de segunda a sábado de 13h às 19h - domingo de 12h às 17h, n Centro de Cultura Raul de Leoni, Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro Histórico, Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro Telefone: (24) 2247-3747. Informações ao público: conexões@glauciamayer.com.br Entrada Gratuita.
Primavera parisiense nos museus traz Warhol, Kandinsky e De Chirico
A riqueza de alternativas joga às sombras mostras singulares. Relegado ao Museu de Arte Moderna, o pintor italiano Giorgio de Chirico recebe na cidade - pela primeira vez em 25 anos - retrospectiva com 170 de suas "pinturas metafísicas". E há ainda o renascentismo do italiano Lippi, no Museu de Luxemburgo, o romantismo de Willian Blake, no Petit Palais, e os anos parisienses de Alexander Calder, além de Une Image Peut Cacher Une Autre (Uma imagem pode esconder uma outra), sobre as mensagens semióticas de pintores como Dalí.
Já os aficionados pela escultura podem redescobrir, em Oublier Rodin? ("Esquecer Rodin?"), as influências, às avessas, que a obra de Rodin produzia em artistas clássicos como Maillol, Bernard e Lehmbruck e modernos como Duchamp e Brancusi. Membros da "nova geração" de escultores entre 1905 e 1914, eles queriam se emancipar do gênio de Rodin e buscar novos rumos para sua arte.
E para quem ama música há no Quai Branly Le Siècle du Jazz ("O Século do Jazz"), mostra criada pelo filósofo e crítico de arte Daniel Soutif que recupera o gênero como fenômeno cultural e prova suas relações com as artes gráficas do século 20.(AE)
Exposição de casal de cadáveres a fazer sexo provoca escândalo
Veja o video aqui
Galeria a céu aberto

Em 2006, espalhou bonecos de plástico remando sobre uma centena de caiaques ao longo do Rio Pinheiros. O nome do artista pode ser ainda desconhecido da maioria, mas é difícil não cruzar por aí com uma de suas obras - ou pirações, dependendo do ponto de vista. Em escalas proporcionais ao tamanho da metrópole, misturam humor e crítica social em doses muito bem planejadas.
"A gente atravessa as marginais e quase nem percebe mais a sujeira do rio", diz Srur, uma espécie de ecochato das artes. "Espero que com as garrafas PET no Tietê eu chame atenção para o problema do esgoto." Para viabilizar a nova instalação, ele enfrenta há catorze meses uma rotina de cálculos, pesquisas e negociações com a prefeitura.
Com a ajuda de especialistas, chegou a um vinil de aspecto semelhante ao das embalagens comerciais, mas resistente às variações do clima. Para elas brilharem à noite, colocou ainda dez lâmpadas frias no interior de cada protótipo. Vão dar o que falar, mais uma vez.
Cerca de 8.000 crianças de escolas estaduais verão os modelos de perto. Elas navegarão em barcos pelo rio e, ao término da mostra Quase Líquido, organizada pelo Itaú Cultural, receberão mochilas feitas com o plástico reciclado das enormes garrafas infláveis.
Aos 33 anos, formado em artes plásticas pela Faap, Srur começou, como a maioria dos artistas, pintando telas. Logo resolveu partir para as tais ações urbanas. A idéia era ampliar o número de espectadores e provocá-los.
Não à toa, sua grande referência é o artista americano, de origem búlgara, Christo. Dono de um currículo extenso de intervenções, embrulhou em 1995 o Parlamento alemão, em Berlim. "Com ele eu aprendi a ter uma visão de empreendimento", conta Srur. "Christo não se intimida em ter 300 pessoas a seu serviço para conseguir o que quer."
Desde o primeiro trabalho da série, Acampamento dos Anjos, em 2004, ele afinou sua capacidade de surpreender os paulistanos. Na época, pendurou 35 barracas de camping na então estrutura de concreto abandonada no Jardim Paulista - hoje, o Instituto Doutor Arnaldo.
"Suas criações têm um tom pop engajado interessante, com mensagens bem diretas", afirma o crítico e curador Cauê Alves. "Uma obra puxa a outra", diz Srur. "Das garrafas PET que se prenderam aos caiaques dois anos atrás surgiu, por exemplo, a idéia da intervenção que exponho agora." E vem mais.
Conheça os dez museus mais visitados do mundo
Não é à toa que milhões de pessoas enfrentam filas. Neles estão alguns dos quadros mais famosos que conhecemos, objetos da antiguidade ou as mais surpreendentes esculturas contemporâneas. Veja quais foram os dez museus mais visitados do mundo em 2008 :1. Louvre, Paris (http://www.louvre.fr/ ) - É, de longe, o mais visitado museu do mundo e parada obrigatória para quem quer conhecer os maiores frutos da civilização, começando no Egito, passando pela Vênus de Milo, pela Monalisa, e chegando até o século XIX. Em 2008, foram ao Louvre 8,5 milhões de pessoas.
2. British Museum, Londres (http://www.britishmuseum.org/ ) - Fundado em 1753, é um dos primeiros do mundo moderno. Seu acervo possui mais de 7 milhões de objetos de todos os continentes (muitos guardados por falta de espaço). Entre suas relíquias mais famosas está a Pedra de Roseta, um bloco de granito negro com as inscrições que deram a chave para entender os hieróglifos egípcios.
3. National Gallery of Art, Washington D.C. (http://www.nga.gov/ ) - Possui uma coleção de 116 mil pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e outras obras de arte produzidas no Ocidente. Mais antiga, sua ala oeste guarda trabalhos europeus e americanos criados até o começo do século XX. Obras mais recentes ficam na parte leste do museu.
4. Tate Modern, Londres (www.tate.org.uk/modern ) - Existe um caso de amor entre o público e o local, embora alguns críticos digam que a bela vista do Tâmisa influencia nesse sucesso. Instalado em uma antiga usina, possui mais de 60 mil trabalhos de arte moderna em constante rotação, incluindo Matisse, Warhol, Duchamp, Rodin e Rothko.
5. Metropolitan Museum of Art, Nova York (http://www.metmuseum.org/ ) - Megalômano, o MET, como é conhecido, se gaba por ter 2 milhões de peças de arte, abrangendo 5 mil anos de cultura, da pré-história ao presente. Essa coleção não se restringe exclusivamente a obras ocidentais, o que torna o museu um ótimo lugar para conhecer também a arte asiática e islâmica.
6. Museus Vaticanos, Roma (mv.vatican.va ) - Como o próprio nome diz, não é uma, e sim um conjunto de instituições culturais da Santa Sé, dispostas em um mesmo local. O gigantesco acervo é formado pelas obras artísticas e peças antigas reunidas pelos papas ao longo de muitos séculos. Destaque para as estátuas e bustos clássicos, os artefatos egípcios e etruscos e para as pinturas renascentistas.
7. National Gallery, Londres (http://www.nationalgallery.org.uk/ ) - O grande trunfo desse museu não é a quantidade de obras, mas a qualidade delas. Há aqui pinturas do século XIII ao fim do XIX, bastante representativas para seus períodos, como os jogos de luz de Caravaggio, a vênus com seu espelho de Velázquez e girassóis de Van Gogh.
8. Musée d'Orsay, Paris (http://www.musee-orsay.fr/ ) - Instalado em uma antiga estação de trem, contém uma supercoleção de obras impressionistas - Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Degas, Manet - e pós-impressionistas - Van Gogh, Cézanne, Seurat, Matisse. Exibe ainda trabalhos de Art Nouveau.
9. Musée d'Art Moderne de la Ville, Paris (http://www.mam.paris.fr/ ) - Seu acervo ilustra as principais correntes do século XX, como fauvismo, cubismo, dadaísmo, surrealismo e expressionismo. No total, são mais de oito mil obras, incluindo de Matisse, Picasso, Braque, Modigliani e Chagall.
10. Museum of Modern Art, Nova York (http://www.moma.org/ ) - Foi criado em 1929 para apresentar aos nova-iorquinos a vanguarda das artes. Passados 80 anos e muitas reformas, o MoMA possui hoje mais de 150 mil pinturas, desenhos, esculturas, peças de design e fotografias, entre outros. Visite para ver obras-primas como Noite Estrelada, de Van Gogh, Les demoiselles d'Avignon, de Picasso, e Dança, de Henri Matisse.
Dez programas do Ano da França no Brasil
O Ano da França no Brasil começa oficialmente no dia 21 de abril e terá uma série de atividades relacionadas ao tema em todo o Brasil até o final do ano. Época São Paulo indica os primeiros eventos na capital paulista. Confira:
Cinema francês no Mube
O Museu Brasileiro da Escultura apresenta o Cine Clube MuBE - Aliança Francesa com filmes de renomados diretores. O evento exibe produções francesas que apresentam o universo das artes plásticas dentro do cinema. Entre os filmes da programação do final de abril e maio estão obras do diretor Alan Resnais e documentários que retratam a história da moda na França. A agenda está no site www.mube.art.br.
MuBE: Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, tel.: (11) 2594-2601. Grátis.
Fernand Léger: relações e amizades brasileiras

Cerca de 50 obras de Fernand Léger, entre pinturas, desenhos, projetos de murais e cenografia, álbuns de gravura, fotografias e documentos. Léger é um dos artistas mais importantes da Escola de Paris – termo que remete à comunidade de artistas modernistas, franceses e estrangeiros, que moravam e trabalhavam em Paris na primeira metade do século XX. Sua obra expressa uma nova maneira de pensar a arte, por meio da identificação entre o ritmo da vida moderna e o humanismo cotidiano. O artista nunca esteve no Brasil, mas exerceu grande influência na obra de Tarsila do Amaral (1886 – 1973), que freqüentou o ateliê do artista em Paris, em 1923.
Até 7 de junho, de terça a domingo, das 19h às 18h. Pinacoteca do Estado: Praça da Luz, 2, tel.: (11) 3324-1000. Ingresso: de R$ 2 a R$ 4, grátis aos sábados.
Olhar e fingir: fotografias da coleção Auer
Uma seleção com obras de grandes nomes da fotografia como Cartier-Bresson, Brassaï e Man Ray. A exposição reúne cerca de 290 peças da abrangente coleção do casal Michel e Michèle Auer e compreende quase 170 anos de história.
Os curadores selecionaram imagens que trazem à tona a criação da fotografia contada pelo prisma de artistas transgressores. No lugar de buscar uma cópia do mundo real, esses artistas se apropriaram da fotografia para falar do imaginário, do universo das sensações e das percepções não visíveis representadas por meio de experimentações e metáforas visuais. A fotografia como invenção e não como catalogação do mundo. A câmera como um instrumento de acesso à imaginação.
De 23/3 a 18/6, de terça a domingo e feriados, das 10h às 18h. MAM: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, tel.: (11) 5085-1300. Ingresso: R$ 5,50.
Entre-Temps
A mostra de videoarte se divide entre o MIS e o Paço das Artes e conta com trabalhos de artistas franceses ou radicados na França. A seleção privilegiou a década de 90 com obras que experimentam linguagens e tratam áreas diversas, como ciência e filosofia. Há desde animes e retransmissão de um jogo de futebol a documentário sobre um projeto de arquitetura.
De 24/3 a 28/6, de terça a sexta, das 12h às 19h; sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h. MIS: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, tel.: (11) 2117-4777. Grátis.
À Procura de um Olhar – Fotógrafos franceses e brasileiros revelam o Brasil

A fotografia do século XX é retratada em 200 imagens em preto e branco e coloridas de grandes nomes como Pierre Verger, Jean Manzon e Bruno Barbey. A mostra presta uma homenagem ao antropólogo e filósofo Claude Lévi-Strauss (Bérgica, Bruxelas, 1908) com imagens realizadas entre 1935 e 1937, em locais como Avenida São João, durante o Carnaval, e em outras ruas da região central da cidade.
De 25/3 a 28/6, de terça a domingo, das 19h às 18h. Pinacoteca do Estado: Praça da Luz, 2, tel.: (11) 3324-1000. Ingresso: de R$ 2 a R$ 4, grátis aos sábados.
Virada Cultural
O Ano França-Brasil trará para a cidade de São Paulo grupos e intervenções urbanas de grande formato durante a Virada Cultural. Artistas de rua consagrados farão apresentações inéditas pelo centro velho. Na abertura do evento, as sirenes do grupo francês Mecanique Vivant, instaladas sobre os edifícios da região da Praça do Patriarca, darão a largada na maratona de espetáculos.
No dia 1 de maio, sexta-feira, às 22 horas, o grupo francês Carabosse irá se apresentar no Parque da Luz. Haverá reapresentação do espetáculo no dia 2, às 22 horas. A companhia mostra uma grande instalação visual e sonora, que faz uso do fogo e da música; a idéia principal é estimular os sentidos. Já o grupo "Les Piétons" apresenta Rue de l'atribut, espetáculo consagrado nos mais importantes festivais europeus de teatro de rua.
Das 18h do dia 2 de maio até às 18h do dia 3.
Paris é uma festa!
A programação do Sesc Pompeia durante a Virada Cultural fará um breve passeio noturno por algumas expressões culturais vividas nos séculos 19 e 20 na França. Os eventos envolvem poesia e apresentações de danças e bonecos.
Dia 2/5 a partir das 18h. Sesc Pompeia: Rua Clélia, 93, tel.: (11) 3871-7700. Grátis.
Arte na França 1860-1960: O Realismo

A mostra no MASP reúne mais de cem obras produzidas sob influência do realismo francês. A mostra faz um passeio por um século de arte produzida na França e levanta as questões das diversas e contraditórias manifestações do Realismo.
A exposição cobre o período desde que a arte feita na França se afirmou e dominou o panorama cultural até o momento em que a arte feita nos EUA ascendeu ao primeiro posto. São obras de artistas franceses e estrangeiros que produziram França ou que por lá passaram, como Picasso, Dali e Miró. Estão incluídos trabalhos dos diversos movimentos e escolas, abordadas sob a perspectiva do Realismo - seus pontos de partida, suas versões e propostas.
De 7/5 a 28/6, terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta até 20h. MASP: Av. Paulista, 1.578, tel.: (11) 3251 5644. Ingresso: de R$ 7 R$ 15, gratuito às terças-feiras.
O Francês no Brasil em todos os sentidos
Primeira mostra binacional do Museu da Língua Portuguesa, a exposição mostrará os pontos de contato dos idiomas e culturas do Brasil e da França. O público verá, por exemplo, como palavras de origem francesa foram absorvidas e transformadas pela língua portuguesa. Culinária, moda, ciência, dança, música e literatura também serão abordadas, já que todas essas formas de arte no Brasil carregam uma forte influência da cultura francesa.
A mostra será dividida em 14 espaços expositivos diferentes, separados de acordo com o tema abordado. Além de uma cenografia onde, por exemplo, será reproduzida uma típica rua de Paris, a exposição terá recursos audiovisuais para exibição de vídeos e áudios.
A partir de 11/5, de terça a domingo, das 10h às 17h. Museu da Língua Portuguesa: Praça da Luz, s/nº, Centro, tel.: (11) 3326-0775. Ingresso: R$ 4, grátis aos sábados.
Dia da família
O programa Dia da Família, promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), oferece atividades culturais e recreativas gratuitas para pais e filhos realizarem em conjunto. Em parceria com a Cinemateca do Consulado da França, a instituição exibirá no dia 31 de maio oito curtas franceses.
A programação começa às 15h e terá os filmes 2 Toneladas, Versus, Entre Duas Migalhas, O Rabo do Ratinho, Dynamo, Para que Serve o Amor?, O Príncipe Pequeno e Os Três Inventores.
Após a exibição, as crianças farão fantoches com varinhas, em homenagem ao Teatro de Guignol, espetáculo de marionetes que surgiu nas praças de Paris.
Dia 31/5, a partir das 15 h. CCBB: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, tel.: (11) 3113-3651. Grátis.


